Ídolos do Fluminense

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Mensagem  Gustavo Oliveira em Ter Fev 21, 2012 11:51 pm

Roberto Rivelino: Ao chegar ao Fluminense, em 1974, vindo do Corinthians, Rivelino tinha um objetivo: mostrar aos dirigentes do clube paulista que ele não havia sido o responsável pela perda do título paulista do ano anterior para o Palmeiras. Junto com a chegada de Rivelino ao Fluminense foi dada a largada para a montagem da "Máquina Tricolor" dos anos 70, que ganharia o bicampeonato carioca de 1975/76. Rivellino jogou no clube até 1978, quando foi vendido para o futebol árabe. No Fluminense, marcou 53 gols em 158 partidas.

João Batista Carlos Pinheiro - Quando se fala em zagueiro no Fluminense, imediatamente remete-se a memória à figura de Pinheiro, um dos maiores jogadores a vestir a camisa do clube em toda a sua história. Dotado de grande força física e seriedade, Pinheiro era o chamado zagueiro clássico: jogava duro e na bola. Disputou a Copa do Mundo de 1954, na Suíça, como titular. No Fluminense, conquistou três títulos cariocas (1949, 51 e 59), dois Torneios Rio-São Paulo (1957 e 1960), tendo marcado 49 gols em 571 partidas.

Carlos Alberto Torres - Liderança. Esta palavra pode definir o perfil de Carlos Alberto Torres como jogador de futebol. No Fluminense não foi diferente. Campeão carioca já no seu segundo ano como profissional, em 1964, Carlos Alberto tinha um estilo inovador para a época: era um lateral-direito sem os vícios defensivistas. Apoiava o ataque com desenvoltura e marcava com a mesma eficiência. Em 1965 foi vendido ao Santos, para somente voltar ao Fluminense em 1976, após passagens pelo Botafogo, Flamengo e Santos novamente. Fez parte da "máquina tricolor" bicampeã carioca em 1975/76. Marcou 20 gols em 159 partidas pelo Fluminense.

Carlos José Castilho -Visto como um goleiro sortudo, Carlos Castilho é considerado por muitos o maior goleiro a defender o gol tricolor. Com 808 gols sofridos em 702 partidas, Castilho chegou a ganhar o apelido de "Leiteiro", gíria da época para alguém que tivesse muita sorte. Não era raro ver as bolas que passavam por suas mãos explodirem na trave. Castilho demonstrou várias vezes o seu amor ao Fluminense, a maior delas foi quando autorizou a amputação de parte de um dedo para recuperar-se mais rapidamente de uma contusão. Castilho conquistou pelo time os títulos cariocas de 1951, 59 e 64, além dos Torneios Rio-São Paulo de 1957 e 1960. Suicidou-se em 02 de fevereiro de 1987, durante um ataque de depressão.

Telê Santana - Raça e determinação. Telê Santana, ponta direita franzino, porém lutador, podia ser definido por estas palavras. Dono de um incrível espírito de luta, Telê nunca desistia de um lance. Chegando a ser escalado até mesmo como centroavante, Santana conseguia estar em todas as partes do campo, tamanho era o seu fôlego. Pelo Fluminense, seu time de coração, Telê marcou 151 gols em 522 partidas, conquistando dois estaduais (1951 e 1959) e dois Torneios Rio-São Paulo (1957 e 1960).
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